Sob o céu azul deste abril, o arbusto era puro esplendor. Cacheado de flores amarelas em forma de pequenos sinos, bailava sua verde e brilhante folhagem ao sabor da brisa matutina. A calçada branca lhe servia de moldura. Colibris e insetos alimentavam-se de seu néctar. Queria assim o meu país, neste mês e a partir dele. Belo, sereno, produtivo, democrático. Esplendoroso. Simples assim.
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