Depois de chegar a um enfermeiro de 31 anos, suspeito de falsificar atestados médicos e vendê-los por R$ 20 cada, a Polícia Civil espera aumentar a lista funcionários que podem ter comprado os documentos para conseguir um dia de folga no trabalho.
Embora o técnico de enfermagem já tenha sido ouvido e responderá em liberdade pelo crime de falsidade ideológica, os investigadores do 2º Distrito Policial continuam a apuração para chegar a mais “vítimas” da falsificação, que começou em fevereiro de 2015. Nesta data, o suspeito, que trabalha na Santa Casa de Franca, furtou o carimbo de um médico que fazia plantões no hospital. Para isso, empresários e possíveis “vítimas” que suspeitem dos atestados médicos fornecidos pelos funcionários podem procurar a Polícia Civil.
A investigação começou após o dono de uma empresa de Franca procurar o 1º Distrito Policial e notificar que seu funcionário havia lhe apresentado um atestado médico falso. Além dele, outra “vítima” foi ao 2º Distrito Policial e afirmou que aconteceu o mesmo em seu estabelecimento. Um homem de 30 anos usou um atestado falso para não perder o dia de trabalho já que precisava da “folga” para buscar seu veículo, que estava no Pátio Municipal. Todos os documentos e o carimbo usados na falsificação foram apreendidos e deverão passar por perícia. No total, o indiciado diz ter falsificado 200 atestados. A polícia acredita que esse número pode ser ainda maior.
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