A cidade de Ribeirão Preto registrou, desde o início deste ano, 68 casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) e ao menos sete deles apresentaram resultados positivos para o vírus H1N1. A informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde da pasta através de Boletim Epidemiológico divulgado na tarde desta sexta-feira, dia 1º.
Segundo o médico Stenio Miranda, secretário de Saúde do município, dos sete casos confirmados, dois pacientes morreram. Trata-se de uma mulher e um homem, ambos na faixa etária de 40 a 50 anos, portadores de outras doenças (como obesidade e usuário de álcool e drogas).
Miranda, entretanto, esclarece que H1N1 não é uma doença de notificação compulsória e que são realizados exames apenas naqueles pacientes que tiveram a forma mais grave de gripe e precisaram ser internados.
A previsão é de que Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe comece em 30 de abril e, segundo o secretário, apesar do crescente número de casos da doença, o Instituto Butantã, que fabrica a vacina, não tem quantidade suficiente para antecipar a campanha.
Ainda segundo Miranda, as salas de vacina da rede municipal de Ribeirão têm doses da vacina contra a gripe, remanescentes do ano passado, à disposição de pessoas que pertencem ao grupo risco - crianças até cinco anos, idosos, gestantes e portadores de doenças crônicas - e que não foram imunizadas.
Caso essas pessoas se vacinem agora, ainda assim, elas precisam fazer a imunização novamente quando as novas vacinas da H1N1 chegarem. “É preciso um intervalo de pelo menos 30 dias entre uma vacina e outra”, explicou.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.