Vivemos hoje a Páscoa que, para nós, os cristãos, é a mais importante e significativa data, superando as outras, como o Natal, porque representa a vitória da vida sobre a morte. Marca o encerramento da Quaresma, quando se revive a Paixão e Morte de Cristo, e hoje sua Ressurreição gloriosa. Mais importante do que o acompanhamento das cerimônias ao longo da Semana Santa, e acima da tradicional troca de ovos de chocolate, está a reflexão que cada um deve fazer a respeito daquilo que o Cristo pregou na terra, que é o verdadeiro amor a Deus e ao próximo, como o principal mandamento. Não adianta nada estar o tempo todo na igreja e saindo de lá manter o ódio no coração ou julgar-se superior, ignorando o irmão que necessita de uma ajuda. Como o próprio Papa Francisco relacionou como sendo o verdadeiro jejum, é a prática da caridade, começando por separar o que você não usa e dar a quem precisa. E mais: Se há algum tempo você não fala com alguém da família ou do círculo de amigos, dê um alô ou um abraço nessa pessoa, que assim você estará festejando corretamente a Páscoa. Foi como o próprio Cristo ensinou, ao dizer: “Se tiver alguma mágoa com o seu irmão, saia da igreja, volte à sua casa, reconcilie com ele, e depois sim, volte para continuar sua oração”. Isso mostra que não adianta estar na igreja e conservar a mágoa ou o ódio no coração. Faça um jejum de palavras negativas, optando pelas palavras bondosas, ou faça um jejum de amargura e tristeza, enchendo o coração de alegria. O cristão deve ser sempre alegre.
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