Os suspeitos de terem feito ataques racistas a Taís Araújo, Sheron Menezzes e Maria Júlia Coutinho, a Maju, em redes sociais, foram liberados no final de semana.
Francisco Pereira da Silva Júnior, Pedro Vitor Siqueira da Silva e Thiago Zanfolin foram presos no dia 16 de março, em uma operação da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática do Rio de Janeiro, que executou mandados de prisão e de busca e apreensão em diversos Estados do Brasil. O trio responderá por racismo, injúria racial e formação de quadrilha.
Na ocasião das prisões, a atriz Taís Araújo comentou a operação. "Fico feliz que a Justiça tenha sido feita. Espero que crimes desse tipo, contra qualquer mulher negra, não fiquem impunes", comentou a atriz. O titular da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática do Rio, Alessandro Thiers, explicou ao site G1 que a intenção das prisões era chamar a atenção. As prisões temporárias foram transformadas em medidas cautelares. Os suspeitos não poderão trocar de endereço sem comunicar a polícia e precisarão se apresentar sempre que forem chamados. Se o trio descumprir as ordens, a pena poderão chegar a 12 anos de reclusão.
O suspeito Pedro Vitor Siqueira da Silva, administrador de um dos grupos que fez os comentários racistas em redes sociais, é estudante de História e mora em Sertãozinho, informa o site G1.
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