Segundo o Ministério Público, o médico Lavoisier Tavares de Andrade usava os carimbos e falsificava as assinaturas dos outros profissionais para simular um número maior de médicos dentro do Pronto-socorro.
No contrato assinado entre a Prefeitura e o ICV, o pagamento era baseado nas horas de plantão feitas pelos médicos contratados pelo instituto. Quanto mais médicos trabalhassem, mais o Instituto recebia.
Assim, segundo o MP, para turbinar os pagamentos do ICV, enquanto Lavoisier trabalhava sozinho ora assinava seu próprio nome ora o de outros profissionais. Como a prefeitura não fiscalizava, só conferia as assinaturas nas fichas, a falsificação acabava simulando a presença de mais médicos e, assim, elevando o pagamento.
Na ação judicial movida pelo Ministério Público, o promotor solicitou todas as fichas dos dias em que Lavoisier atuou no PS para saber quais e quantas teriam sido falsificadas e pedir o proporcional reembolso ao município.
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