Vandalismo


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A Prefeitura de Franca reformou o banheiro público da praça da Capelinha. Não é mais novidade para a administração municipal, porque os gestores públicos conhecem a realidade que eles vivem. É uma questão cultural da nossa sociedade. Muitos não têm o mínimo de educação, embora não podemos generalizar. A Prefeitura gastou um dinheiro do pagador de impostos para alimentar um ciclo vicioso que dificilmente vai parar. Sem mencionar os custos de materiais, água, luz e profissional para manter o local em pleno funcionamento. Muitos reclamam dos políticos, mas o maior problema do brasileiro é pedir mais Estado para a solução dos problemas. Na verdade, precisamos mais participação do setor privado com liberdade econômica e menor burocracia possível. As melhores gestões públicas do mundo contemporâneo procuram ser mais enxutas possíveis, especialmente para diminuir as chances para oportunistas desviarem recursos públicos. Por exemplo, os feirantes quisessem ter banheiros ou organizadores de qualquer evento, contratem alguma empresa para oferecer um serviço de banheiro químico para quem quiser pagar para usar o serviço, porque toda atividade comercial se baseia em troca voluntária no sistema capitalista. A Prefeitura apenas daria apoio para organizar para que saia tudo dentro da normalidade. Com banheiros privados, os serviços são mais ágeis, é reparado imediatamente, não depende de licitação fraudulenta, a Prefeitura economizaria dinheiro se acabasse com os banheiros públicos que poderiam ser melhores aproveitados em outras áreas mais essenciais como saúde, educação, é mais inteligente e eficiente. Leia a respeito em http://www.gcn.net.br//no ticia/314018/franca/2016/03/reformado-sanitario-da-praca-capelinha-e-alvo-de-vandalos.
 
Mateus Menezes do Nascimento
Franca - SP
 

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