Policiais da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) estão investigando um esquema de falsificação de cigarros palheiros e suas embalagens de duas empresas da região. A denúncia de que vários estabelecimentos comerciais de Franca estavam vendendo os produtos falsificados veio dos proprietários. Até uma gráfica da cidade está envolvida.
A investigação começou há um mês. A polícia encontrou, em dois pontos comerciais do Jardim Santa Efigênia, vários palheiros falsificados das marcas Universitário, de Sertãozinho (SP), e Paulistinha, de Bebedouro (SP). A produção das embalagens dessa última era feita em uma gráfica do Parque Progresso. Três mil caixas foram apreendidas no local. “Quando o proprietário foi ouvido, indicou a pessoa que solicitou a impressão das caixas. Mas negou envolvimento com o crime”, disse o delegado Márcio Murari, que não descartou a possibilidade da produção ser em outra cidade.
Ainda segundo o delegado, representantes das marcas chegavam nos estabelecimentos e percebiam que os cigarros, falsificados, já estavam à venda. Eles eram comercializados com um valor inferior aos originais, fato que chamou atenção. Os desenhos das caixas também comprovaram a falsificação e um inquérito para apuração foi instaurado.
Nos próximos dias, o suspeito de falsificar os cigarros Paulistinha comparecerá à delegacia com seu advogado para prestar depoimento. O outro acusado segue sob investigação e ainda não foi localizado. Todos os envolvidos responderão por crime contra as marcas.
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