E nos dois programas ele tem levado pessoas com a doença para dar seus testemunhos, alguns com melhora fabulosa, outros implorando para conseguir as pílulas, uma vez que a Universidade Federal de São Carlos teve que parar de fabricá-las. É doloroso ouvir coisas assim: “Nós somos donos de nossas vidas, temos o direito de fazer delas, o que queremos. E, queremos tomar este remédio.” Aí acrescento: quem será que anda barrando este processo?
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