Após um laudo ambiental, feito a pedido da direção da AEC Castelinho, ter apontado um possível assoreamento total da represa do clube no prazo de dois a três anos, técnicos da Prefeitura, Comdema (Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustentável), Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) e Polícia Ambiental realizaram uma vistoria no local, na última sexta-feira.
Conforme explicado em matéria publicada pelo Comércio no dia 13 de janeiro, o problema da lagoa estaria ligado aos resíduos advindos dos bairros vizinhos. Lama e entulhos levados pela água da chuva estariam acelerando o processo de assoreamento da represa.
“A represa do Castelinho serve como um reservatório, mas agora está muito assoreada. É resultado da grande contribuição de material que desce dos novos empreendimentos imobiliários que foram lançados aqui na região”, disse, via assessoria, o presidente do Comdema, Alex Henrique Veronez, que esteve presente na visita.
“Essa represa foi limpa em 2007 e o que estamos vendo hoje é que os novos loteamentos prejudicaram demais o processo aqui, deixando a lagoa em situação mais crítica do que naquele período que realizamos o desassoreamento”, completou.
Ainda de acordo com ele, soluções para os próximos loteamentos, como bacias de contensão, serão propostas ao município para que o impacto na represa seja minimizado.
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