Guilherme Longo, que está preso desde 2013, suspeito de matar o enteado Joaquim Ponte Lopes, de 3 anos, em Ribeirão Preto, pode deixar a prisão a qualquer momento e responder ao processo em liberdade.
Na ocasião do crime, a Polícia Civil concluiu que Guilherme teria dado uma dose alta de insulina ao menino de 3 anos, que era diabético, jogando o corpo da criança no Rio Pardo. O advogado do suspeito, Antônio Carlos de Oliveira, entrou com o pedido de habeas corpus e a soltura de Guilherme pode acontecer ainda hoje. “A defesa em nenhum momento contribuiu para que o processo demorasse desse tanto. Diante de 2 anos e 3 meses preso, o tribunal entendeu que ele não pode permanecer mais preso, que ultrapassou o limite da razoabilidade”, relatou Oliveira ao site G1.
O que contribuiu para a decisão foi o fato de que até o momento o Instituto Nacional de Criminalística (INC) não apontou em qual laboratório pode ser feito o exame que comprovaria se a dose de insulina foi mais alta do que o permitido. A mãe de Joaquim, Natália Mignone Ponte, que é suspeita de omissão, está em liberdade.
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