A morte de um bebê, apenas 15 dias após o seu nascimento, levantou a suspeita de que a causa seria o vírus zika, transmitido pelo Aedes aegypti. A suposição partiu da médica que atendeu o recém-nascido, no Hospital Regional, e um boletim de ocorrência foi registrado, apontando a possibilidade de a criança ser portadora do vírus. Porém, a Vigilância em Saúde descarta completamente essa possibilidade, afirmando que a profissional notificou o setor apenas sobre a desconfiança de meningite.
“A criança não apresentava sintomas que se enquadravam nos critérios apontados pelo Ministério da Saúde. A mãe era usuária de drogas e fez acompanhamento durante o pré-natal. Ela não viajou nem teve contato com o vírus, por isso descartamos a possibilidade de que o bebê tenha tido o zika”, disse José Conrado Netto, diretor do departamento municipal.
Ainda de acordo com ele, a criança nasceu com hidrocefalia e problemas respiratórios, e esses sintomas não indicariam o zika vírus.
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