Laércio de Franca entre as 8 Big-Bands


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O amigo Marcos Derruci, lá da firma Amazonas, é um apaixonado pela preservação da memória de patrimônios, que não podem simplesmente desaparecer. E me enviou material falando a respeito do jornalista José Ildefonso Martins, que vem percorrendo o interior paulista, com o propósito de contar as histórias de orquestras de bailes, carinhosamente apelidadas por ele de “Big- Bands Caipiras”. Todo o material coletado até o momento conta a história de oito orquestras das mais significativas, dos anos 50 ao final dos anos 70. São elas: Sul-América de Jaboticabal, Nélson, Jassom e Leopoldo, as três de Tupã, Continental de Jau, Pedrinho de Guararapes, Arley de Catanduva e a Laércio de Franca. Das oito, apenas três ainda estão na ativa, teimando em sobreviver: Sul-América, Arley e Leopoldo. Tudo está sendo feito com apoio do Sesc de Campinas, incluindo um livro com a história dessas orquestras, uma exposição e até apresentações especiais, passando pelas cidades dessas orquestras que marcaram época. Franca precisa estar presente, até como homenagem ao maestro Laércio Piovesan, já com seus 84 anos, e que encantou gerações com sua orquestra. O nosso Museu da Imagem e do Som, por acaso tem algum material sobre a Laércio de Franca? Uma pena que o MIS tenha sido reduzido apenas a uma saleta na Casa da Cultura. E o Sesc de Franca? Não vai aderir à iniciativa do seu coirmão de Campinas? Vamos aguardar.

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