Duas representantes do Conselho Tutelar e uma cuidadora de uma entidade assistencial de Franca procuraram a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), na tarde de ontem, após uma menina de apenas três anos ser vítima de estupro.
Segundo seus relatos, a criança voltou das férias agindo de uma forma estranha e agitada, resistindo às cuidadoras quando devia se trocar ou se banhar. Após várias perguntas, a vítima disse que um primo, a quem ela chama de “tio”, teria colocado os dedos em suas partes íntimas e a obrigado a colocar seu orgão genital na boca.
Como dizia que sentia dores, o suspeito teria pego uma faca e dito à menina que ela não podia contar nada a ninguém. Ela deu a mesma versão aos investigadores da DDM, que constataram que, em 2014, já havia registro acerca de maus tratos e suspeita de abuso à criança. De acordo com boletim de ocorrência, ela chegava com marcas de queimaduras de cigarro na creche. Na época, nada foi comprovado. O caso será investigado pela delegada Graciela Ambrósio nos próximos dias.
Maus tratos
Um segundo caso envolvendo uma criança foi registrado na especializada. Dessa vez, os pais de um bebê de nove meses acusam a escolinha do filho de maus tratos. Isso porque o menino voltou do berçário com uma lesão na orelha e vários hematomas pelo corpo.
De acordo com o depoimento dos pais aos investigadores da DDM, uma funcionária afirmou que o menino estava muito nervoso e que precisou segurá-lo para alimentá-lo. Aos mesmos, porém, ela não esclareceu a origem dos machucados.
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