Hospital Regional de Franca aposenta chapas de raio X


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O novo gestor dos laboratórios do Regional Saúde, Antônio Gabriel Facuri, e o presidente do grupo, Chafi Facuri Neto
O novo gestor dos laboratórios do Regional Saúde, Antônio Gabriel Facuri, e o presidente do grupo, Chafi Facuri Neto
O trânsito de chapas de raio X entre pacientes e médicos do Hospital e Maternidade Regional de Franca está com os dias contados. No prazo de 30 dias, ele deixará de existir e todo o processo de radiografia será digital. A tecnologia permitirá que o resultado do exame possa ser acessado na hora e pela internet, além de possibilitar o acompanhamento onde quer que usuário ou médico esteja.
 
A novidade foi anunciada na semana passada pelo presidente da instituição, Chafi Facuri Neto, durante coletiva sobre a aquisição dos laboratórios Clóvis Ribeiro e Carlos Chagas, e faz parte de um pacotão de melhorias. Além da radiografia digital, o Regional tem promovido reformas estruturais, adequações de segurança e acessibilidade, aplicadas na infraestrutura de TI e na aquisição de equipamentos cirúrgicos de ponta. Os investimentos começaram há um ano e meio e totalizam R$ 2,5 milhões.
 
Segundo Facuri, com o raio X digital haverá ganhos no atendimento e nos diagnósticos, além de uma economia ambiental maior que a financeira, já que os filmes demoram para se decompor. “O resultado sai instantaneamente e o paciente não precisa mais armazenar as chapas, nem esperar pelo resultado. Vamos oferecer mais comodidade e reduzir o deslocamento.” De acordo com o hospital, por mês, são realizados 3,8 mil exames de raio X.
 
Para a mudança, o hospital adquiriu três equipamentos de transformação digital, além de um novo mamógrafo, que oferece menos radiação à paciente e o PACS, sistema que permite o arquivamento das imagens digitais. O presidente do hospital explicou que, com a novidade, médicos e pacientes receberão em e-mail cadastrado, o protocolo e senha para acesso ao resultado digital que será visualizado via internet. “Esse exame ficará salvo em uma nuvem digital e o paciente poderá acessar quando quiser.” 
 
A implantação exigiu também investimentos em servidores, integração de sistemas e um treinamento com toda equipe de atendimento, técnica e médica solicitante, além dos médicos radiologistas.
 
 

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