Muita gente reclama da atual situação de crise por que passa o país com retração de compras, mas poucos se importam em aprimorar sua atuação, principalmente quando o trabalho é diretamente ligado ao público,o que ocorre na maioria das vezes. E quem tem que observar isso e acompanhar o que está acontecendo é justamente o maior interessado num bom retorno, que é o proprietário. O que se vê em muitos lugares é um atendimento seco e até grosseiro, a começar da primeira abordagem. Se o cliente é recebido com um sorriso, um cumprimento simpático, ele vai ficar mais à vontade e animado a procurar o que deseja. Mas, se ao contrário, é recebido com casca e tudo, como se diz popularmente, com certeza vai logo procurar um outro ponto onde lhe recebam melhor. Certas operadoras de caixa nem olham no rosto do freguês, nem o cumprimentam e perguntam logo se deseja nota fiscal paulista. E mais ainda: Com essa verdadeira mania de contatos pelo celular, é comum a atendente ficar mais de olho na mensagem recebida do que interessada no cliente. O mesmo se aplica a certas repartições públicas, onde alguns atendem de má vontade, como se estivessem fazendo um favor. Da mesma maneira, certas secretárias de consultórios, que se julgam mais importantes que o doutor e procuram dificultar em vez de facilitar. E quando perdem o trabalho, aí bate o desespero. É claro que há muitas e boas exceções, e que merecem o reconhecimento de seu patrão ou chefe. O bom atendimento realmente faz a diferença.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.