Hospital de Ibiraci deve ser entregue em março


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Iniciada na década de 1990, a construção de 3,2 mil metros quadrados ficou inacabada e abandonada por praticamente dez anos até ser retomada em 2014; ideia original era montar um hospital
Iniciada na década de 1990, a construção de 3,2 mil metros quadrados ficou inacabada e abandonada por praticamente dez anos até ser retomada em 2014; ideia original era montar um hospital
Considerada um dos maiores elefantes brancos da região, a obra do hospital de Ibiraci (MG), na entrada da cidade, está com os dias contados para finalmente ser concluída e inaugurada. A previsão do prefeito José Fernando Hermogenes de Freitas (PSDB) é entregar o espaço até março e ali abrigar quatro departamentos municipais, entre eles o ambulatório da cidade.
 
Iniciada na década de 1990, a construção de 3,2 mil metros quadrados ficou inacabada e abandonada por praticamente dez anos até ser retomada em 2014, com recursos da Secretaria Estadual da Saúde de Minas Gerais. Em função da queda nos repasses, os serviços foram novamente paralisados no final daquele ano e retomados apenas em outubro de 2015.
 
“Quando retomamos a obra, o desejo era finalizá-la, mas a falta de recursos impediu. Agora conseguimos um novo aporte e não há mais risco de paralisação. Queremos iniciar as atividades em breve”, disse o prefeito.
 
Em fase final dos serviços, o prédio passa agora por retoques na pintura, colocação de portas de vidro temperado, iluminação interna e reparos na parte elétrica. A Prefeitura também licita os materiais e móveis para as instalações.
 
Desde que as obras foram retomadas pela primeira vez, o município estima ter aplicado R$ 1 milhão, por meio do Governo do Estado, para reforma e conclusão do imóvel que estava deteriorado. “Estamos solucionando um problema antigo ao dar um destino ao prédio, ao mesmo tempo que vamos economizar dinheiro público e melhorar a porta de entrada da cidade”, comemorou Freitas.
 
Segundo o prefeito, o espaço ganhará o nome de Casa Saúde e será sede da Secretaria Municipal de Saúde, do Cras (Centro de Referência de Assistência Social), da Clínica de Especialidade e do Ambulatório Municipal. Haverá também uma área destinada ao arquivo municipal.
 
Por se tratar de um prédio de grandes proporções (a ideia inicial previa a criação de 44 leitos em cinco alas), o projeto de readequação recuperou apenas pouco mais da metade do imóvel para acomodar os departamentos, deixando demais áreas fechadas para investimentos futuros. Ainda de acordo com o projeto, cada departamento ocupará áreas distintas e terá entradas separadas. A partir do seu funcionamento integral, a estimativa é que o local receba em média 300 pessoas por dia.
 
 

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