Homem é preso por matar a filha de 2 meses com socos na cabeça


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O pintor Giovanne Lucas da Silva, de 27 anos, foi preso durante o velório da filha de dois meses (foto: reprodução/vídeo)
O pintor Giovanne Lucas da Silva, de 27 anos, foi preso durante o velório da filha de dois meses (foto: reprodução/vídeo)

O pintor Giovanne Lucas da Silva, de 27 anos, foi preso durante o velório da filha de dois meses de idade, suspeito de ter matado a criança. A menina foi levada por ele e pelo pai de Giovanne a uma UPA de Barra Mansa, no Rio de Janeiro, na terça-feira, dia 19. Na ocasião, o suspeito disse que estava sozinho em casa e que a menina teria passado mal. A criança, no entanto, acabou morrendo de traumatismo craniano e hemorragia subdural.

Uma enfermeira, que suspeitou de maus-tratos, pediu ao médico legista que tivesse uma atenção especial na necropsia. Com a confirmação de que a menina sofrera algum tipo de agressão, os policias prenderam Giovanne durante o velório da criança, na quarta-feira, dia 20.

O delegado Michel Floroschk, contou ao site Extra que o suspeito apresentou 6 versões diferentes para justificar as lesões. "Primeiro, ele disse que a menina machucou a cabeça na porta do carro. Depois, ele disse que foi no portão, depois disse que ela caiu do seu colo e assim foi contando, cada hora, uma versão diferente", explicou Michel.

"Após muita paciência, ele confessou o crime", disse o delegado. Giovanne admitiu que se irritou ao ver a criança chorando e deu três socos na cabeça da menina. Ao perceber que ela espumava pela boca, o suspeito chamou o pai e levou a criança ao hospital. Giovanne responderá por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e sem possibilidade de defesa da vítima. O crime, segundo a legislação, é considerado como hediondo.
 

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