Nestes tempos em que a liberdade de pensamento leva, não raro, à escravidão inconsciente do mesmo, o medo parece ser a tônica. Por isso Mestres atemporais têm indicado o antídoto: amor. Como este tem tido seu sentido enxugado ou alargado, seres humanos lúcidos têm-no interpretado hoje como equilíbrio. Viver pois na pós-modernidade, com pelo menos o mínimo necessário de saúde e sanidade, talvez seja equilibrar-se todos os dias, como uma flor na correnteza.
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