Franca registra caso ‘importado’ da febre chikungunya


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Aedes aegypti
Aedes aegypti

A Vigilância em Saúde de Franca confirmou o primeiro registro de caso importado (contraído em região contaminada) de febre chikungunya na cidade. O resultado positivo para a doença foi confirmado por exames e chegou no final de dezembro, um mês após o contágio que ocorreu no Nordeste. A paciente foi uma jovem de 24 anos, moradora da região Leste de Franca, que em novembro de 2015 esteve em Maceió, capital de Alagoas, para visitar parentes. O município alagoano tem registrado diversos casos da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo responsável pela transmissão da dengue e do zika vírus. 

Segundo o diretor de Vigilância, José Conrado Netto, a transmissão e todo o período de restabelecimento da paciente se deu em Maceió, onde a paciente possui familiares. “Quando ela retornou para Franca, ela já estava bem, mas ainda assim fizemos bloqueio na região de sua moradia”.

Netto ressaltou que não há suspeitos na cidade e que o caso importado não é sinônimo de perigo. “O problema estaria se a transmissão ocorresse aqui”.

Com sintomas parecidos com o da dengue, a chickungunya é mais intensa e tem uma duração maior. Ela provoca dores nas articulações e pode ter registros de febres, a doença no entanto não tem complicações mais sérias e os casos de mortes são raros.

Por ser transmitido pelo mesmo vetor da dengue e do zika, a Prefeitura de Franca mantém a realização de ações para o combate aos criadouros do mosquito.  

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