Posso, mais uma vez, copiar o Rei Roberto Carlos: “O importante é que emoções eu vivi...”. E foi então, desde a zero hora do dia 6 até às 24h (ou mais), um desenrolar de provas carinhosas, capaz de tirar qualquer mortal das tristezas da vida. Impossível contar tudo, mas alguns destaques me permito. Receber telefonemas de um Guido Bettarello, que do alto dos seus 96 anos de vida, cuidando muito bem de sua saúde, mas não esquecendo da amiga aqui, foi demais. E, logo depois, by phone também, vem o médico tão amado Favorino Xavier, passando por momentos tão tristes, com sua Jurema, ligar pra gente. Haja coração. E, depois fechando por hoje, o meu médico de quanto tempo, cardiologista maior, Ronaldo Mandel, liga também, para cumprimentos de amigo certo. Acreditem foi demais. E, depois tem mais...
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