Empresário quebra porta de hospital e obriga médica grávida a atender a filha


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Imagem de arquivo da fachada do Hospital Regional de Franca
Imagem de arquivo da fachada do Hospital Regional de Franca

Atualizada às 16h29

 

Um empresário de 36 anos se exaltou, danificou uma porta e ameaçou uma médica, grávida de 3 meses, no Hospital Regional de Franca, na tarde de ontem (3).

O empresário chegou na emergência com sua filha de 6 anos para atendimento médico. Após ser informado que a mãe da criança havia cancelado o convênio com o hospital, o homem se irritou e saiu chutando uma porta que dá acesso aos consultórios. Ao chegar em um deles, entrou e exigiu que a médica atendesse a criança.

A profissional está grávida de 3 meses e, diante da fúria do homem, atendeu a garota.

Após sair do hospital o empresário foi até o Plantão Policial para registrar um boletim de omissão de socorro, o que não foi registrado porque a criança foi atendida pela médica.

O hospital registrou um outro boletim por danos. 

 

'Pedi socorro a eles e eles negaram'

O empresário que procurou atendimento no Hospital Regional de Franca e, teve o mesmo negado para a filha de 6 anos, resolveu se pronunciar na tarde desta segunda na página oficial do Portal GCN no Facebook. Em seu post, ele dá a sua versão para o que houve e os motivos que o descontrolaram. Leia na íntegra: 

 

"Olá eu sou o pai da criança a que vocês estão falando. Por favor não se deixem se influenciar por mentiras contadas pelo hospital. Minha filha tem 6 anos de idade e eu tenho um plano já faz 15 anos e no ano passado migrou para o Sason pois minha esposa é professora

O convênio venceu dia 31/12 e eu precisava pegar um documento para dar continuidade ao plano que ficou agendado para dia 4/01/2016. Cheguei ao hospital com minha criança desmaiada que já está fazendo acompanhamento por estar tendo dores fortes no abdômen no próprio regional

Pedi socorro a eles e eles se negaram a atenderem. Sim chutei a porta entrei com ela no colo minha esposa e meu outro filho de 15 anos

Procurei a médica que estava de plantão (tomando café na copa ) pedi a ela socorro foi quando entrou um funcionário do hospital falando para a médica que ela estava impedida de dar atendimento aquela criança

O que vocês fariam de fossem seus filhos?"

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