Arma usada em crime em boate na João Traficante era uma herança de família


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Daniel Ribeiro Jacintho, 44, matou a mulher, Noêmia Martha Bordignon Jacintho, 36, e depois cometeu suicídio
Daniel Ribeiro Jacintho, 44, matou a mulher, Noêmia Martha Bordignon Jacintho, 36, e depois cometeu suicídio
Em buscas de respostas para o crime que movimentou e chocou Franca no último final de semana, a Polícia Civil descobriu a origem da arma utilizada pelo fazendeiro Daniel Ribeiro Jacintho, 44, para matar a mulher, Noêmia Martha Bordignon Jacintho, 36, e cometer suicídio em uma boate localizada na rodovia João Traficante. Trata-se de uma herança da família do acusado.
 
De acordo com a polícia, o revólver calibre 38 usado no sábado por Jacintho para disparar duas vezes contra a cabeça de Noêmia e uma em si próprio era de propriedade de seu avô e, posteriormente, passou para seu pai. Quando este morreu, a arma ficou na posse de Jacintho, que, segundo pessoas ligadas à família, usava para proteger a fazenda, prática comum há algumas décadas.
 
Ainda conforme os relatos de quem conhecia e conviveu com Daniel Ribeiro Jacintho, ele tinha o costume de andar com essa arma. Em um boletim de ocorrência registrado na DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) no ano passado, a ex-mulher do fazendeiro o denunciou por lesão corporal e afirmou que foi ameaçada por ele, que estava com a arma na cintura.
 
Para apurar o caso, um inquérito foi instaurado pelo delegado Márcio Murari da DIG (Delegacia de Investigações Gerais). Nos próximos dias, testemunhas e familiares serão chamados para prestar depoimentos.

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