Polícia segue sem respostas sobre os 2 ataques ao GCN


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Ataque no dia 21 de abril devastou o setor de Classificados, destruindo paredes, teto, móveis e computadores
Ataque no dia 21 de abril devastou o setor de Classificados, destruindo paredes, teto, móveis e computadores
O ano chega ao fim sem que os dois ataques sofridos pelo GCN tenham sido esclarecidos. Nenhum responsável foi identificado, ninguém foi preso. Não há respostas para a motivação. Os inquéritos seguem abertos e a Polícia Civil ainda procura pistas e conta com denúncias. 
 
A primeira ação foi na madrugada de 21 de abril, quando pelo menos cinco homens fortemente armados invadiram a sede do grupo, renderam o funcionário na guarita do prédio e explodiram o caixa eletrônico no balcão de anúncios do Comércio. 
 
Os explosivos devastaram o setor de Classificados, destruindo paredes, teto, móveis e computadores. A quantidade de dinheiro levada não foi revelada. A polícia averiguou cerca de dez denúncias anônimas. Um suspeito chegou a ser preso, mas foi solto por falta de provas. 
 
“Fizemos várias diligências, entretanto, pela complexidade do crime, não conseguimos avançar. A investigação continua aberta e aguardamos alguns dados solicitados junto a empresas de telefonia e informática para tentar levantar mais informações”, disse o delegado Márcio Garcia Murari.
 
A polícia acredita que está diante de uma quadrilha especializada e que atua de forma profissional. “Certamente, os integrantes são de fora de Franca. As imagens não contribuíram para a identificação. Outra dificuldade é que, raramente, a gente encontra pessoas dispostas a testemunhar.”
 
Cinco meses depois, no dia 28 de setembro, um incêndio criminoso destruiu a sede da Crazz, empresa que cuida das ações de marketing, publicidade e eventos do GCN. A polícia chegou a um suspeito e rastreou as ligações telefônicas dele, mas, ao final, comprovou-se que não tinha envolvimento.
 
“Partimos, agora, para novos rumos, novas investigações, para que a gente possa elucidar o crime. Neste caso, não recebemos sequer uma denúncia. São crimes complexos que demandam uma investigação mais demorada e mais apurada. É isso que estamos fazendo”, concluiu o delegado Murari.
 
A Polícia Civil afirma ter a convicção de que os dois ataques não têm relação.
 

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