Maju: ‘Fui linchada em praça pública’, diz jornalista vítima de preconceito


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Maria Júlia Coutinho no cenário do Jornal Nacional (Foto: Reinaldo Studio 3X/ Divulgação)
Maria Júlia Coutinho no cenário do Jornal Nacional (Foto: Reinaldo Studio 3X/ Divulgação)

Um dos grandes destaques do jornalismo nacional em 2015, Maria Júlia Coutinho, a Maju, é capa da revista Cláudia de dezembro. A moça do tempo do Jornal Nacional falou pela primeira vez, abertamente, sobre as ofensas, racismo e preconceito que sofreu este ano, em julho, principalmente nas redes sociais.

"Não passei por isso sem dor. Fui linchada em praça pública. Virtual, mas pública. Fiquei esgotada, sem energia", falou à revista.

Maju disse que quando a polêmica veio à tona, não conseguiu segurar.
“E eu fechei a porta do quarto e chorei abraçada com o meu marido [o publicitário Agostinho Paulo Moura]. Um choro por me sentir também acariciada por milhares de pessoas que se solidarizam”, afirmou.

NÃO FOI A PRIMEIRA VEZ

Na publicação Maju também lembrou de outro caso de preconceito sofrido na infância. “Uma garota me encarou para dizer: 'Você tem tudo preto na vida. Seu cabelo, seu carro, sua casa'. E, olhando para outras crianças, determinou: ‘Não brinquem com ela, porque tudo nela é preto’”.
 

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