Triste sina a dos moradores de Delfinópolis, a bonita cidade mineira onde nasci. Quem tá (sic) lá, demora prá sair; quem quer ir, demora o triplo para entrar’. E não é que a Marinha interditou duas das três balsas que fazem ‘fluir o trânsito’ sobre o Rio Grande naquela região? Ficou a pequena, capaz de levar só cinco automóveis de cada vez. As três levavam mais de 30 por vez. O outro caminho é por terra, mais 60 quilômetros para percorrer, e quase ninguém enfrenta. Primeiro, secaram a represa, tornando ranchos e lugares bonitos em nada. Agora, é a Marinha. Querem fechar Delfinópolis, e do que jeito que vai, não demora.
N.
Franca - SP
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Furnas falou sobre a interdição, mas não explicou nada. A matéria do Comércio (leia em http://gcn.mx/d89) diz que pode ter ligação com a preparação dos ‘práticos’, aqueles a quem chamamos de balseiros, já que tem um ‘documento’ pregado nas barcas interditadas falando de lei federal que regula(?) a formação deles. Se é isso, se tiverem que se reciclar, não seria o caso de chamar gente que tenha a mesma formação e botar (sic) as balsas para andar (sic) de novo, já que é serviço essencial para a população local e para o turismo da cidade?
Luiz Z.
Franca - SP
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