Prescrito!


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Dado o volume de processos e a pouca estrutura do Judiciário, muita coisa prescreve. O deputado federal Aelton Freitas (PR-MG) é exemplo. Acusado de incitar compra de votos em Capetinga (MG) em 2012, foi julgado pelo STF e, nada! O Ministro Marco Aurélio disse que se passaram mais de três anos. Houvesse pena, seria de seis meses. Nem ao menos puxão de orelha. (http://gcn.mx/lnGJ).
 
N.
Franca - SP
 

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