Uma tragédia. Assim é possível definir a morte do vendedor Cleverson da Silva Dias, de apenas 19 anos, na madrugada de sexta-feira. Por volta das 5 horas, o jovem seguia para casa, no Jardim Paulistano II, após deixar uma boate no Distrito Industrial. Por motivos a serem apurados, ele perdeu o controle de sua moto e bateu nas placas de sinalização da rotatória em frente ao Hemocentro, na avenida Hélio Palermo, no bairro Santa Maria do Carmo. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
De acordo com informações da Polícia Militar, que atendeu a ocorrência, Cleverson bateu nas muretas da rotatória e chocou a sua moto, uma Honda Twister, nas placas de sinalização no cruzamento das avenidas Hélio Palermo e José Rodrigues da Costa Sobrinho. Com o impacto, foi arremessado ao solo e quebrou o pescoço com o peso do próprio corpo.
Uma equipe do Samu foi acionada, mas já era tarde demais. A Polícia Civil e peritos do IC (Instituto de Criminalística) também estiveram no local para apurar as causas e fazer os levantamentos de praxe enquanto o corpo de Cleverson era encaminhado até o IML (Instituto Médico Legal). O acidente será investigado pelo 3º Distrito Policial, responsável pela área.
Por telefone, o pai de Cleverson, Ivandro Dias Barbosa, comentou a fatalidade. Ele contou ter recebido a notícia de que o vendedor havia sofrido um acidente enquanto voltava da boate para casa por conhecidos da família, ou seja, um amigo do jovem e um vizinho da família.
“Me disseram que ele estava no Pronto-socorro ‘Álvaro Azzuz’ e, enquanto eu seguia para lá para saber o que tinha acontecido, me deparei com o acidente na rotatória. Meu filho já estava morto e coberto”, contou, ainda chocado e emocionado.
Desde a tarde de ontem, o corpo de Cleverson da Silva Dias é velado no Cemitério Santo Agostinho. Com trabalhos da Funerária São Francisco, seu sepultamento está previsto para hoje, às 9 horas, no mesmo local.
O jovem, que não tinha filhos, deixa cinco irmãos e uma imagem de alegria para seus familiares. “Ele era um menino muito bom. Estamos todos chocados e ainda tentando entender o que aconteceu”, disse Ivandro.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.