A Feira da Fraternidade, uma das mais tradicionais da cidade, chega à sua 37ª edição, prometendo bater recordes de público e arrecadação. São esperadas 80 mil pessoas nos cinco dias do evento que começa na noite desta quarta-feira e se estende até domingo. A feira é umas das maiores fontes de arrecadação de 25 entidades assistenciais que montam barracas para a venda de produtos e alimentos.
Para este ano, o presidente da Aeaf (Associação das Entidades Assistenciais de Franca), Fernando Campos, um dos organizadores do evento, disse que os descontos nos produtos serão ainda maiores. “Estamos programando vender tudo por um terço do preço de mercado. Recebemos doações de grandes fábricas, como a Mariner e a Democrata. Vamos oferecer produtos de qualidade por preços muito acessíveis. Tanto que nossa expectativa é vender mais que no ano passado”, disse, sem citar valores.
Além dos calçados, a feira também terá barracas comercializando artesanato, bijuterias, roupas e acessórios. “Será uma ótima oportunidade para quem quiser garantir o presente da família pagando mais em conta”, disse Fernando Campos.
A feira acontece no Parque de Exposições “Fernando Costa”. A abertura será nesta quarta-feira, às 18h30. Na quinta e na sexta-feira, os portões abrem às 19 horas. Já no fim de semana (sábado e domingo), o horário de atendimento será estendido. “Vamos começar a funcionar às 10 horas para que as pessoas possam ter tempo de vir nos visitar”, disse o presidente da Aeaf.
Atrações
Além das barracas com preços especiais, para atrair e animar o público, a Aeaf montou também uma praça de alimentação com venda de salgados, pizzas e doces. “Teremos uma enorme variedade de opções para quem vier à feira poder aproveitar e se divertir também com a família”, disse Fernando Campos.
Segundo o presidente da Aeaf, para a animação do público, a feira deste ano contará com a participação de cantores locais e apresentações artísticas de entidades voluntárias. “Todas as noites, teremos algum show e apresentações.”
O presidente da associação ainda pediu a colaboração da população. “Toda a renda do que é vendido na feira é revertida para as próprias entidades, que precisam da ajuda de todos para continuarem funcionando. Este ano, em especial, estamos enfrentando muitas dificuldades, então, qualquer ajuda é muito bem-vinda.”
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