Furtos e briga de casal marcam noite após festa


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Casos foram apresentados em boate no Residencial Amazonas
Casos foram apresentados em boate no Residencial Amazonas

Uma briga de casal levou para a cadeia um cozinheiro de 36 anos, na madrugada desta terça-feira. Ele é suspeito de espancar a própria esposa, de 34 anos, na saída de uma casa de shows, no Residencial Amazonas.

Ao deixar o local de entretenimento na Avenida Rio Amazonas, por volta de 3h15, a caminho do estacionamento, por motivos a serem esclarecidos, o casal, que mora no Jardim Dermínio, iniciou uma discussão.

No auge da desavença, ao chegar em casa, o cozinheiro teria desferido socos e pontapés na mulher, que, dentre outros ferimentos, sofreu um hematoma grave no olho direito. O casal foi levado ao Plantão Policial, onde a mulher não demonstrou interesse em representar contra o marido.

Mesmo assim, o cozinheiro acabou autuado pelo delegado Milessandro Moreti, uma vez que, de acordo com nova resolução da Lei Maria da Penha, no caso de agressão, não é mais necessário representação da vítima para que o agressor seja preso. O cozinheiro não pagou fiança de R$ 2 mil arbitrada pelo delegado e acabou recolhido à cadeia do Jardim Guanabara, enquanto a mulher seria encaminhada ao IML (Instituto Médico Legal) para exame de corpo e delito.


FURTOS 

Dois casos de furto foram registrados, no Residencial Amazonas, na madrugada desta terça-feira. No primeiro deles, uma mulher de 26 anos teve um celular de última geração, avaliado em R$ 3 mil, furtado por desconhecido do bolso traseiro de sua calça.

No segundo caso figura como vítima um empresário de 41 anos, morador de Araxá (MG). Ele veio a Franca, acompanhado de amigos, e deixou seu carro num estacionamento paralelo ao da casa de shows. Ele pagou R$ 20 aos seguranças do local e, ao final do show do cantor sertanejo João Carreiro, já no estacionamento, observou que seu veículo havia sido arrombado. Depois de rasgarem as capotas, ladrões não identificados furtaram acessórios de som, como cornetas e auto-falantes do veículo. O prejuízo gira em torno de R$ 5 mil.

“A gente fica indignado com essa situação. Paguei R$ 20 e os caras têm a obrigação de olhar os carros. Paguei a um segurança de um estacionamento paralelo, quando saí do espetáculo, às 5 horas, não vi nenhum deles no pátio. Agora vou procurar os direitos da gente. É um absurdo ser lesado dessa forma”, disse o empresário, em entrevista à Rádio Difusora.

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