Álcool X estradas


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Vamos analisar: tem o Galo Branco a 100 metros de rodovia. O Travessia está a 50. O Atacadão também. O Franca Shopping está entre 100 e 200 metros. Há postos, bares, restaurantes, pesque-pague, clubes. O Castelinho não está longe. Vamos deixar de demagogia, senhor promotor! (...). (Leia ‘Promotor que banir álcool de eventos no Villa Ventura’ em http://gcn.mx/4Ljb).
Saulo
Franca - SP
 
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A intenção é boa, mas há incontáveis pontos de vendas de bebida à beira de estradas. Qual a diferença entre o Villa Ventura e esses outros locais? Se tem que ser feito, que o promotor proíba todos que estão na mesma situação. 
Marcos Perari
Franca - SP
 
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Não vai adiantar nada. Quem quer beber, bebe antes. Se tirar (o serviço) de um lugar, tem que tirar de todos. O Brasil é um país de (...). Não há fiscalização suficiente, não há policiamento adequado, bafômetros em quantidade necessária. Houvesse, e as leis fossem executadas e os infratores apenados, não seria necessário proibir ninguém de fazer nada. Seria bacana, mas não nesse pais da (...) e do samba. É mais fácil proibir do que gastar dinheiro público, né? 
João
Franca - SP
 
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Quero ver o promotor ressarcir o dinheiro que estou pagando por minha formatura (no Villa Ventura). Não poderei beber por conta dessa iniciativa fútil (sic)! Se quer fazer com que a população siga a lei é só colocar blitze com bafômetro na rodovia de saída do local, em dia de evento, e não deixar a polícia à toa (sic)!
Thales
Franca - SP
 
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Apoio o promotor! Trabalho no Samu. Quando pessoas que estão em eventos nesses lugares ligam dizendo ‘desgraçada (sic), manda uma ambulância aqui’, em 99% das vezes é para usar a ambulância do serviço como táxi (sic)! Que também se obrigue produtores de eventos a terem ambulâncias nesses locais para evitar isso, já que bebedeira se cura em casa e não em leito de hospital, que é indispensável para quem está realmente doente!
M.
Franca - SP

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