Uma investigação da Polícia Civil do Distrito Federal deve apurar as circunstâncias que envolvem um bebê de 1 ano que sofreu queimaduras de segundo grau dentro de um hospital.
O menino Miguel estava internado no Hospital de Brasília, tratando de uma otite, quando foi transferido de um quarto a outro. Para realizar a transferência, Miguel foi levado no berço, junto de seus pertences. Durante a transferência, uma garrafa térmica com água fervente derramou o líquido e queimou os dois pés do bebê.
A mãe de Miguel, Fernanda Aguiar reclama que foi uma sucessão de erros. Um cirurgião plástico avaliou as queimaduras e concluiu que não haverá sequelas. Ao G1 o hospital afirmou estar prestando o atendimento necessário e que um comitê interno fará a apuração dos fatos.
Fernanda, no entanto, diz que não recebeu sequer um pedido de desculpas e alegou que processará a instituição. "Meu filho está de volta em casa, mas em condições que jamais pensei trazê-lo de um hospital, ainda mais sendo particular e renomado. Olho para ele e não consigo não pensar na dor que sentiu".
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