Eduardo Musa, ex-gerente da Petrobrás, contou que Nestor Cerveró recebia o apelido de "Lindinho" na planilha de propina da empresa.
Musa entrou para a Petrobrás em 1978 e permaneceu até 2009. “Desde que entrou na Petrobrás se ouvia falar do pagamento de vantagem indevida nas mais diversas áreas, mas somente em 2006 o declarante começou a tomar conhecimento de forma direta”, diz o documento com a delação de Musa.
“O tema de pagamento de propina foi apresentado ao declarante por Luis Carlos Moreira. Por volta de julho de 2006, [...] Moreira mostrou uma planilha de divisão de propinas da área internacional da Petrobrás; nesta planilha constavam codinomes (apelidos); que o apelido de Nestor na planilha era Lindinho”, continua o documento.
O site do Estadão publicou que Nestor Cerveró recebeu em maio a condenação a 5 anos de reclusão por lavagem de dinheiro. Em agosto, ele foi novamente condenado a 12 anos, 3 meses e 10 dias por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
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