Eleição do Conselho lota unidade II do Uni-Facef


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Eleitores lotaram a unidade II do Uni-Facef para escolher os novos conselheiros
Eleitores lotaram a unidade II do Uni-Facef para escolher os novos conselheiros

Está em curso e segue até às 17 horas de hoje - na unidade II do Uni-Facef (av. Dr. Ismael Alonso y Alonso, 2.400) - a votação para a escolha dos membros dos Conselhos Tutelares de Franca. De acordo com a organização, cerca de 7,5 mil pessoas deverão registrar os seus votos até o fim do dia. “Estamos fechando um balanço parcial e, até o momento, de 2 a 3 mil pessoas já passaram por aqui”, disse, por volta das 11h30, a coordenadora da Comissão de Eleição do Conselho Tutelar, Eliete Neves.

A sede das votações esteve repleta de gente pela manhã e, quem foi pela primeira vez à eleição do Conselho, se surpreendeu. “Pensei: meu Deus! Tem mais fila do que quando você vai votar para presidente, prefeito... Eu, que nunca tinha votado, fiquei pasma”, disse a sapateira Quezia Evangelista dos Santos.

 Para o policial militar aposentado Itamar Alves de Lima, a presença maciça da comunidade é um termômetro de cidadania. “Estou impressionado com a participação popular; em ver as pessoas interessadas em virem votar. É um domingo, as elas poderiam estar em casa descansando mas, não. Vieram ajudar na escolha dos melhores candidatos para auxiliarem nossas crianças.”

Neste ano, o pleito contemplará dez vagas que serão distribuídas entre a unidade do órgão já existente e a que será inaugurada em 2016. Os eleitores de Franca que quiserem votar deverão comparecer às urnas até o horário final portando documento com foto e título de eleitor. Quanto à apuração, esta será feita ainda hoje, mas o resultado oficial deve ser divulgado apenas no dia 8.

Pela primeira vez na história, a eleição dos Conselhos Tutelares está sendo unificada em todo país, ou seja, em uma mesma data. Em Cristais Paulista, Patrocínio Paulista, Pedregulho e Restinga estarão em disputa cinco vagas em cada cidade. Os eleitos tomarão posse no dia 10 de janeiro de 2016 e terão mandato de quatro anos.

Os que assumirem as vagas terão por dever intervir em situações de omissão e/ou violação dos direitos das crianças e dos adolescentes e garantir que o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) seja respeitado. Eles ainda serão acionados para acolher famílias e vítimas de casos de violência sexual, evasão escolar, trabalho infantil, consumo de álcool e drogas e outros. Além de cumprir expediente de 40 horas semanais, trabalham ainda em escalas de plantões. O salário é de R$ 3,3 mil.

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