Marco Garcia faz TAC com MP por venda ilegal


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Marco Garcia assinou um TAC, reconhecendo ter sido negligente ao permitir que empresa em seu nome negociasse com o município
Marco Garcia assinou um TAC, reconhecendo ter sido negligente ao permitir que empresa em seu nome negociasse com o município
O presidente da Câmara, Marco Garcia (PPS), assinou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com o Ministério Público em que reconheceu ter sido negligente ao permitir que empresa registrada em seu nome negociasse com uma autarquia municipal, o que não é permitido. Ele devolveu R$ 600 aos cofres públicos.
 
O assunto veio à tona na sessão de ontem da Câmara durante mais uma discussão entre o presidente e Jépy Pereira (PSDB). O tucano perguntou os motivos da ida de Marco ao Ministério Público, na semana passada, e se ele estava escondendo algo. 
 
Marco disse que uma das suas empresas é registrada como Marco Antônio Garcia Franca, mas que se afastou da rotina da firma em 2005 e que, em 2011, resolveu passar uma procuração dando plenos poderes ao filho. “Por um erro, ele fez uma venda para a Feac no valor de R$ 1.199. Não houve favorecimento, foi por meio de uma cotação de preço, mas, para preservar minha imagem, quando descobri a falha, procurei o Ministério Público por iniciativa própria.”
 
O TAC foi assinado no dia 24 e Marco afirmou já ter efetuado o depósito do pagamento de 50% da venda, que corresponde a R$ 600. “Não fui acionado. Procurei o Ministério Público, justamente, para evitar que alguém tentasse tirar proveito político em cima de minha pessoa. Me antecipei aos fatos, como deve fazer qualquer homem público.”
 

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