Um dia depois de ser preso, Saulo Antônio da Silva, 31, negou envolvimento no latrocínio do comerciante Miguel Abrahão Nehemy Neto, de 64 anos. Para a polícia, ele seria o autor intelectual da morte ao “dar a fita” para quatro comparsas apontados por terem participação no crime.
Saulo Silva prestou depoimento na DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca ontem. Ele não admitiu qualquer ligação com o caso. À polícia, o rapaz disse que estava em São José da Bela Vista no dia em que Miguel Abrahão foi assaltado e morto. “Ele afirmou que foi até um bar e comprou cerveja para beber com a mulher em uma praça”, disse o delegado Márcio Garcia Murari, que comanda as investigações da DIG e também é responsável pelo expediente de São José da Bela Vista.
Mesmo negando ter dado informações aos outros quatro acusados, que afirmou não conhecer, Saulo seguirá detido pelo crime. Ele está com a prisão preventiva decretada e tem uma condenação em regime fechado de seis anos por furto. Ele também foi acusado de receptação por ter adquirido um pula-pula furtado de uma casa do Bosque do Sagui na semana passada.
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