O incêndio que destruiu a sede da Crazz Publicidade foi o segundo ataque violento sofrido pelo GCN em cinco meses. Na madrugada de 21 de abril de 2015, feriado de Tiradentes, pelo menos cinco homens fortemente armados invadiram a sede do grupo, que fica a poucos metros da Crazz, renderam o funcionário na guarita do prédio e explodiram o caixa eletrônico do Banco do Brasil, instalado no balcão de anúncios do Comércio.
Os explosivos devastaram o setor de Classificados do jornal, destruindo paredes, teto, móveis e computadores. A quantidade de dinheiro que foi levada pelos bandidos não foi revelada pelo banco. Até hoje a polícia não tem pistas dos criminosos.
Nos dias seguintes à explosão, a Polícia Civil recebeu e averiguou cerca de dez denúncias anônimas. No dia 29 de abril, a DIG (Delegacia de Investigações Gerais) e o GOE (Grupo de Operações Especiais) cumpriram cinco mandados de busca e apreensão nos Jardins Aeroporto, Luiza e Paineiras em busca de suspeitos.
Dois homens foram detidos. FSS foi pego em uma mata do Jardim Aeroporto e, em sua casa, policiais encontraram duas munições de fuzil 762, dinheiro, um chapéu idêntico ao utilizado por bandidos em explosões em Franca e em Nuporanga dias antes.
O suspeito foi preso em flagrante por porte ilegal de munição de uso restrito. Foi submetido ao exame residuográfico, que indicaria se ele manuseou explosivos nos últimos dias. Foi solto posteriormente por falta de provas.
A polícia acredita que os bandidos integram uma quadrilha de fora de Franca, especializada em explodir caixas eletrônicos.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.