Morreu Frank Vital, conhecido profissional da área de segurança


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Frank Vital foi sepultado hoje, 16 horas, no Jardim das Oliveiras
Frank Vital foi sepultado hoje, 16 horas, no Jardim das Oliveiras
Morreu ontem, em sua casa, por volta de 16 horas, o profissional de serviços de segurança Frank Rafael Vital. Semana passada, atingido por complicações de cardiopatia severa que o acompanhou pelos últimos anos de sua vida, foi medicado no Hospital São Joaquim na terça-feira, dia 22 e liberado. Na sexta, com nova crise, foi internado no mesmo hospital e só veio a receber alta ontem, final da manhã.
 
O quadro se agravou nas horas seguintes. No quintal de sua residência Frank sofreu uma parada cardiorrespiratória e foi atendido pelo Samu. Apesar dos esforços médicos empreendidos, não resistiu e foi a óbito.
 
Frank tinha 9 anos de união com Elisiane Fabiana Guimarães. Do enlace, uma filha, Paola, de 5 anos. Considerava-se, também, pai das crianças Maria Clara (10 anos) e Maria Eduarda (12 anos), do primeiro casamento de Elisiane.
 
Formavam família feliz. Era impossível vê-los distantes, ou separados, como disse seu sogro, Mário Guimarães. Segundo ele, Frank era um ‘homem totalmente família, e por isso, o sentimento da perda é grande e machuca muito’.
 
Frank trabalhou com serviços de segurança desde muito jovem. Iniciou, segundo companheiros de trabalho seus, aos 14 anos. Seu porte físico avantajado falava por ele, impondo respeito sem qualquer necessidade de ação mais dura. Como disse Kilton Oliveira, que com ele atuou por um período no GCN Comunicação, ‘ele tinha alma diferenciada, agregadora. Apesar do porte avantajado, era tranquilíssimo. Foi difícil acreditar em sua morte.’
 
O jornalista Corrêa Neves Júnior disse que perdeu um bom amigo. “Frank ‘Avalanche’ Vital era um gigante com alma de menino, uma das pessoas mais gene-rosas e afetuosas que já co-nheci. Trabalhou comigo por anos e se tornou o ‘amigão’ de meu filho João. Meu caçula tinha certeza de que ele era um super-herói, uma espécie de Incrível Hulk, indestrutí-vel. Brincavam todas as noites. Sempre tive certeza de que Frank acompanharia João ao longo dos anos, ensinando-o a lutar com bravura e dignidade. Errei. O planos do destino eram outros’.
 
Além do amor que dedicava à sua família, Frank era apaixonada pela pesca. Segundo seu sogro, não havia folga ou oportunidade que não utilizasse para pescar, e sempre da mesma forma: ‘com a família, fosse em Faxina, São José da Bela Vista; no Estreito ou em Aramina, podia-se sabe-lo com os filhos, a mulher, e também, com seus cunhados, divertindo-se e repartindo sua alegria. Deixou exemplo de como um homem apaixonado pelos seus, deve ser.’
 
O velório de seu corpo aconteceu desde ontem, na sala 2 do São Vicente de Paulo. O sepultamento, com serviços da Funerária Tedesco, foi no Cemitério Parque Jardim das Oliveiras.

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