Grávida é presa por receptação de produtos de fábrica


| Tempo de leitura: 1 min
Produtos foram levados de uma empresa do Jardim Ângela Rosa e devolvidos a seu proprietário
Produtos foram levados de uma empresa do Jardim Ângela Rosa e devolvidos a seu proprietário
Uma vendedora de 19 anos, que está grávida de quatro meses, foi presa na tarde de ontem e interrogada por policiais da DIG (Delegacia de Investigações Gerais). Contra ela, pesa a acusação de receptar produtos furtados de uma fábrica de calçados do Jardim Ângela Rosa.
 
O caso aconteceu no Residencial Ana Dorothea. Foram apreendidas oito bobinas de elásticos e duas caixas de linhas, provenientes de um furto ocorrido no último dia 13 de setembro. Porém, os 600 metros de sintéticos levados da fábrica não foram localizados na residência da jovem.
 
Conduzida até a delegacia, ela negou qualquer envolvimento, mas não quis se pronunciar. Sua mãe pagou uma fiança de R$ 2.364 para que ficasse em liberdade. Também foram apreendidos um televisor de 42 polegadas e uma máquina própria para embalar especiarias. Os donos dos objetos, porém, ainda não foram localizados.
 
De acordo com os investigadores da DIG, embora a vendedora tenha sido presa por receptação, o principal suspeito é seu pai, de 47 anos. Ele já tem passagens policiais por furto, roubo, receptação e tráfico de drogas e não estava na casa quando prenderam a garota. 
 
Na ocasião do furto dos 600 metros de sintéticos, o portão da fábrica foi arrombado. Além disso, os bandidos escalaram um muro, danificaram telhas e danificaram travas e um cadeado do portão principal da empresa. Eles teriam se aproveitado do fato da fábrica estar fechada e sem fiscalização para levarem grande quantidade de couro sintético que estava no estabelecimento.
 
Com o furto, o proprietário, de 24 anos, teve um prejuízo de R$ 16 mil. Da quantia levada, ele recuperou apenas R$ 2 mil. O caso segue sendo investigado pelos agentes da DIG. O objetivo é encontrar e prender o acusado.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários