‘Crime sem castigo’


| Tempo de leitura: 1 min
Concordo com o articulista. A decisão do júri cria precedente perigoso. A despeito de ter se sentido revoltado com o assédio da vítima, o comerciante respondeu desproporcionalmente. Sabemos que suportar ofensa (ou mesmo sucessivas ofensas à honra) é difícil. Cada indivíduo tem seu próprio limite e maneiras pessoais de lidar, o que torna ainda mais grave o resultado do julgamento, em minha opinião. Afinal, pode-se inferir do caso em questão que (daqui em diante) bastará que o indivíduo se apresente dizendo que matou, sim, pois tem pavio curto e não suporta ofensa. A sociedade passará a mão na cabeça dele. É um passo na direção de assimilarmos barbárie como norma de conduta. (Leia Gazetilha em http://gcn.mx
/H8C).
Ronaldo Silva
Franca - SP
 
*****
 
Moro em Franca há 27 anos e tenho vergonha. Esta cidade tem poucos, ou nenhum bom exemplo. Só problemas, falhas de todo tipo e inúmeras falcatruas. O povo, burro (sic), se cala diante de tudo o que ocorre aqui. Só se une para protestar contra sei lá quem a mil quilômetros de distância. Vai continuar ruim e pode piorar ainda mais. Aqui as pessoas são grosseiras no trânsito, os comerciantes são mal educados (sic) mas também há esperança, representada por gente humilde e amorosa. Que a caridade entre nesta cidade...
V.R.
Franca - SP
 

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários