Plantão fantasma no Samu


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As super jornadas simuladas com excesso de plantões que não são cumpridos pelos médicos, foi um dos motivos que levaram o Ministério Publico do Estado a abrir ação civil de improbidade administrativa contra o coordenador do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), o médico Rogério Welbert Ribeiro, sua supervisora Giane Alves e a secretária de Saúde, Rosane Moscardini.
 
Na ação, o promotor de Justiça Paulo César Borges acusa Rogério de simular plantões e manipular as escalas de trabalho para gerar horas extras indevidas. Ele é servidor municipal desde 2013. Quanto a Giane e Rosane, são acusadas de serem coniventes com o esquema. O processo ainda não foi julgado, mas o promotor pediu o bloqueio de bens dos três acusados.
 
No caso dos supersalários dos médicos recém-contratados pela Prefeitura, a questão deve ser investigada pelo MP e pela CEI (Comissão Especial de Inquérito) aberta pela Câmara para avaliar os contratos assinados entre a Prefeitura e o ICV  e a ação na cidade de uma quadrilha de falsos médicos. 

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