Educação de qualidade


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Fundada há 41 anos, a Escola de Arte Criativa Toulouse-Lautrec, uma das mais tradicionais de Franca agora sob o comando da competente Maria Teresa Segantin Ludovice, aposta na qualidade de ensino e no desenvolvimento pleno de crianças e adolescentes. “A concepção pedagógica na Toulouse Lautrec é a sociointeracionista, favorecendo uma formação humanística (artes, ciências e conhecimento geral). O nosso aluno é um ser humano mais crítico da realidade, ele tem uma visão de mundo que vai além dos conteúdos ministrados em sala de aula, o que é fundamental para o desenvolvimento do raciocínio, da sensibilidade, da percepção. O nosso aluno é um leitor assíduo, tendo grande facilidade dissertativa, argumentativa”, disse Maria Teresa. Os diferenciais pedagógicos da escola são fundamentais para manter a Toulouse entre as mais elogiadas de Franca e região. “Tenho uma excelente equipe administrativa e coordenadores muito comprometidos com o trabalho. Não temos apostilado na educação infantil e na educação fundamental e nunca teremos, pois o nosso propósito educacional é de uma formação de sujeitos críticos, participativos e atuantes na sociedade em que vivem. Nossos alunos passam a ter contato com o apostilado no ensino médio, porém este também vem de encontro a nossa filosofia educacional”, completou. Para este segundo semestre de 2015, a instituição de ensino apresenta muitas novidades: o setor pedagógico foi todo informatizado, o estacionamento foi asfaltado e as obras do novo prédio do ensino médio, tendo laboratório atualizadíssimo, amplas salas de aula, com ar condicionado e lousa digital, estão em fase de finalização. “Na Toulouse Lautrec me realizo profissionalmente. Ao caminhar pelo corredor me chamam: ‘Maria, Maria’, outras vezes simplesmente ‘Tete’. Revivo o tempo em que fui professora, e que pesquisava vários autores para ministrar minhas aulas, pois trabalhei 12 anos na linha do construtivismo. Sendo assim fica muito fácil entender a filosofia da Toulouse. Não posso deixar de falar da refazenda, elegi como meu espaço da saudade... Saudades do meu pai, saudades de minha avó, que caminhavam e cuidavam das árvores frutíferas que havia no grande quintal da casa de minha infância”, disse ela.

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