Na terça-feira, dia 8, como de costume, Rosane saiu da agência do banco Itaú em que trabalhava e caminhou até o estacionamento onde guardava o carro. Mas havia uma diferença dos outros dias: ela foi acompanhada por uma amiga até um ponto próximo do local, pois estava com medo de que Breno aparecesse, como fez outras quatro vezes na agência, antes do assassinato.
Pensando que o ex não estava por perto, a vítima se despediu da amiga e entrou no estacionamento. Ao chegar em seu carro, o comerciante apareceu. De acordo com um funcionário do estacionamento, o acusado parecia agitado ao entrar no local, a pé, e abordá-la. “Ele se aproximou de forma abrupta, com uma garrafa de água na mão. Quando ela se virou, se assustou ao vê-lo e me olhou, ao ser abraçada. Nunca o vi lá, foi a primeira vez. Ficaram conversando e ela me disse que estava tudo bem e que eu podia ir embora. Deixei os dois lá e, pouco depois, recebi a notícia do que aconteceu.”
Sozinho com a ex-namorada, o comerciante atirou em sua cabeça. Em seguida, dirigiu sua Saveiro até a rua Campos Salles e, antes de usar a arma para tentar cometer suicídio, ligou para a família.
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