Pesquisadores da Unifran obtêm patente do ‘viagra caipira’ no Japão


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Pesquisador Márcio Luís Andrade e Silva mostra pimenta e molécula extraída no laboratório da Universidade de Franca
Pesquisador Márcio Luís Andrade e Silva mostra pimenta e molécula extraída no laboratório da Universidade de Franca
O “viagra caipira”, nome como ficou conhecido o estudo de disfunção erétil realizado por uma equipe de pesquisadores da Unifran (Universidade de Franca), liderada pelo cientista e professor Márcio Luís Andrade e Silva, obteve a concessão da segunda patente, desta vez no Japão. A descoberta do novo “viagra” aconteceu por acaso, a partir de uma molécula natural isolada de sementes secas de Piper cubeba (planta aromática), usada como condimento na Índia e em outros países da Ásia, e que apresenta potente atividade contra a disfunção erétil. 
 
No final de 2014, a Universidade já havia recebido a patente do United States Patent and Trademark Office (USPTO), órgão americano que concede o direito exclusivo de explorar comercialmente uma invenção ou descoberta. As patentes garantem que qualquer pessoa que tentar mexer com a descoberta sofrerá sanção e terá de pagar para poder usufruir.
 
De acordo com os pesquisados o “viagra caipira” tem efeito superior e não apresenta efeitos colaterais como os apresentados pelos comercializados atualmente. 
 
Também integram a equipe de estudo os pesquisadores Jairo Bastos, Wilson Cunha, Eduardo Nassar, Katia Ciuffi, Paulo Calefi, Rosângela Silva, Ademar Filho, Sérgio Albuquerque e Rodrigo Lucarini.
 

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