Polícia de Cuiabá tenta identificar quem jogou tinta em universitária


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A Polícia Civil de Cuiabá, no Mato Grosso, tenta identificar quem seria a pessoa responsável por jogar tinta na estudante Sirene Luzia Correia antes de sua formatura, no último dia 25 de agosto.

A universitária de 31 anos estava de beca e se preparava para a colação de grau quando uma mulher a chamou pelo nome. Ao se virar, Sirene foi atingida pela tinta no rosto, cabelo e braços, ficando com queimaduras no rosto. “Estamos instaurando os procedimentos padrões para as investigações. Vamos intimar as amigas mais próximas, quem esteve com ela na cerimônia e, o mais importante, assistir às imagens do circuito interno de segurança do local”, afirmou o delegado Simael Ferreira ao site do G1.

O delegado contou ainda que ao prestar seu depoimento, Sirene revelou um envolvimento no passado com um homem compromissado. “Ela contou que tinha um relacionamento com um homem que seria casado, mas que terminou com ele há seis meses, e que a mulher dele seria a principal suspeita para ela”, disse Simael. O delegado explica que tanto o homem, quanto a esposa devem ser intimados pela polícia.

A universidade onde Sirene estudava aguarda a recuperação dela para agendar uma nova colação de grau. Ainda balada, Sirene contou à reportagem do G1 que espera que o culpado seja punido. “Eu tinha o sonho de tirar as fotos com meus familiares, colar grau, passar pela cerimônia e isso foi tirado de mim. Eu esperei quatro anos e alguém tirou isso de mim”, lamentou a vítima.

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