A polícia americana confirmou a morte do homem que matou uma repórter e um cinegrafista a tiros enquanto eles faziam uma matéria ao vivo na manhã desta quarta-feira, 26, no estado americano da Virgínia. Perseguido pela polícia em uma rodovia, ele tentou suicídio, foi socorrido mas não resistiu e morreu no hospital. Ele tinha 41 anos e era ex-funcionário da emissora WDBJ, afiliada da CBS para a qual trabalhavam os jornalistas mortos.
De acordo com o site da revista Época, Vester Lee Flanagan trabalhou durante um ano na emissora, usando o nome profissional de Bryce Williams. O caso foi considerado criminal e o terrorismo foi descartado como motivo do crime. O atirador chegou a filmar a própria ação e postar em seu Twitter, e sua conta foi removida.
Os funcionários da WDBJ estão consternados com o crime e recebem apoio religioso. “Você manda repórteres para zonas de guerra, para situações perigosas e piquetes e se preocupa que alguém se machuque... Mas ao enviar alguém para uma história sobre turismo você consegue imaginar algo como isso acontecendo?”, desabafou Jeff Marks, gerente geral do canal, à CNN.
A repórter Alison Parks, de 24 anos, era noiva de Chris Hurst, âncora do mesmo canal, e os dois haviam acabado de se mudar para a mesma casa. A noiva do cinegrafista Adam Ward é produtora da emissora e assistiu à morte dele da sala de controle da WDBJ.
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