Com o intuito de suscitar entre seus colaboradores os principais problemas pessoais e profissionais e ciente de que “as pessoas podem transformar o que elas querem mudar em suas vidas”, a diretora da Flormel Maria Marta de Freitas criou internamente o projeto Agente Transformador.
Dividido em seis fases, sendo que metade já foi executada, o projeto eliminou a contratação de empresas de consultorias e a partir do levantamento dos “defeitos” de cada um fez com que todos se ajudassem para tentar saná-los. Em uma outra etapa, a empresária promoveu um intercâmbio entre os setores, fazendo por exemplo com que funcionários da produção trabalhassem um dia no escritório e vice-versa. Mais recentemente, dividiu a equipe em grupos para visitar as casas dos colegas e ali identificar quais “colaboradores realmente são agentes transformadores em suas vidas”.
Segundo Maria Marta, duas famílias de colaboradores foram selecionadas - a da seletora de frutas Penha Santana e do auxiliar de produção Fransérgio Cristino - e receberão R$ 3 mil arrecadados em ações de transformação entre os funcionários. “Com esse projeto procurei não só a felicidade dos funcionários, mas mostrar que são capazes. O projeto fez nascer mais confiança, comprometimento e amizade na equipe”.
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