Honathan Moxey recebeu uma notícia desagradável ao levar seu filho Jack, então com apenas dois meses de idade, ao médico pediatra. Um exame de raio-X revelou que o menino sofria de craniossinostose, na qual suturas do crânio se fecham prematuramente, gerando deformidades cranianas. O tratamento escolhido pelos pais de Jack era menos invasivo, mas exigia que o menino usasse um capacete por 22 horas diariamente, até que Jack completasse um ano de vida. Os capacetes eram brancos e Honathan os considerava muito sem graça.
Fã dos filmes da saga Star Wars, Honathan percebeu uma semelhança no formato entre o capacete usado por Jack e os que aparecem nos filmes da série. O menino ganhou um capacete inspirado no robô R2-D2, o que incentivou o pai a modificar os capacetes brancos. Honathan relata que antes, com os capacetes brancos, as pessoas perguntavam à família o que tinha acontecido a Jack para usar o acessório. Depois que começou a personalizar os capacetes, não havia perguntas, mas exclamações de admiração, como "poxa, que capacete legal”.
Apesar do acessório estiloso, Honathan explica que o filho não dava muita atenção a isso, frequentemente se irritando com os capacetes. "Eles não tinham muita ventilação, então havia dias em que ele ficava muito bravo com o calor, e então ficava com calor porque estava bravo, e por aí vai", contou o pai. A riqueza de detalhes na personalização dos capacetes é algo que chama a atenção.
Quando Jack completou um ano, foi liberado de usar o acessório. A única ressalva médica é que os pais devem ficar atentos para que o menino não bata a cabeça no processo de aprender a andar.
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