O aplicativo Tinder se defendeu ontem, dia 11, por meio do Twitter, das acusações de ser o "apocalipse dos relacionamentos".
A polêmica começou depois que a revista norte-americana Vanity Fair apresentou uma reportagem afirmando que quase um terço dos usuários do aplicativo são casados. Foi a publicação que definiu a rede social com o termo. A revista disse que usou a base de dados do Global Web Index na pesquisa.
No Twitter, o aplicativo postou uma série de defesas e negou os valores que constavam na revista. O Tinder alega que menos de 2% dos usuários são casados. “Nossos dados, na verdade, dizem que 1,7% dos usuários do Tinder são casados”, explicou. Foram mais de 30 tuítes falando do assunto. “O Tinder cria experiências. Nós criamos conexões que de outra forma nunca teriam sido feitas. Até agora, na verdade, 8 bilhões delas foram feitas”, dizia outra postagem. O Tinder admite que existam usuários interessados apenas em relações casuais, em "pegação", mas justifica o fato lembrando que o mesmo ocorre fora do aplicativo, "assim como na vida real".
Os usuários da rede social foram chamados de "Geração Tinder" e, por fim, o sistema de busca por pessoas próximas ao usuário foi elogiado. “A possibilidade de encontrar gente de fora do seu círculo próximo nesse mundo é uma coisa imensamente poderosa”, postou o aplicativo.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.