Nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto, um francano tem se destacado em território canadense. Guilherme Batista Silva já conquistou três medalhas na competição. A última delas foi na prova mais rápida da natação, os 50 metros livres. Mesmo não sendo a sua prova principal, o atleta de Franca garantiu a medalha de bronze.
Com o tempo de 26s40, ele ficou atrás apenas do canadense Nicolas Turbide, que levou a prata ao completar a disputa em 25s98, e do também brasileiro, Carlos Farrenberg que conquistou o lugar mais alto do pódio. O compatriota de Guilherme venceu a disputa com muita folga. Ele conseguiu o tempo de 24s44, o que garantiu a quebra do recorde Parapan-Americano.
Com este resultado, o francano Guilherme Batista chegou à terceira medalha nos jogos. Os dois primeiros pódios foram ouro conquistado nos 100 metros peito, na última segunda-feira, e bronze nos 200 metros medley, no sábado. Ambas para competidores com deficiência visual.
Guilherme Silva pode subir mais uma vez no pódio e conquistar sua quarta medalha na competição. Amanhã, o francano participará da prova dos 100 metros livre.
A outra prova de ontem que distribuiu medalhas na natação foi a dos 100 metros peito, SB6. Novamente, um brasileiro figurou entre os três melhores. Fabiano Toledo ficou com o vice-campeonato ao cumprir a distância em 1m30s17.
Modalidades
A equipe brasileira de atletismo segue dominando as competições nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto. Ontem, o time Brasil faturou 20 medalhas, sendo oito de ouro, oito de prata e mais quatro de bronze. Com estes resultados, já são 35 pódios da equipe verde e amarela. Ao todo, o time nacional tem 14 ouros, 13 pratas e oito bronzes apenas no atletismo.
No último dia de disputas no halterofilismo, o Brasil teve mais dois pódios. Na categoria pesado (unificado entre atletas de até 107 kg e acima de 107 kg), Joseano Felipe conquistou a medalha de ouro. Entre atletas da divisão até 88 kg, Rodrigo Marques fechou a disputa em terceiro lugar. Com o término da modalidade no Parapan, o Brasil encerrou a campanha com oito medalhas no halterofilismo e o segundo lugar no quadro geral (três de ouro, uma prata e quatro de bronze), atrás apenas do México, que obteve nove pódios.
O Brasil lidera o quadro de medalhas, com um total de 134 conquistas, sendo 54 de ouro, 37 de prata e 43 bronze.
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